Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

Em grande

O presidente do Belenenses, Cabral Ferreira, depois de saber que terá como adversário na eliminatória da taça UEFA o gigante Bayern de Munique:

"Que desafio melhor podíamos ter para superar. Ninguém queria o Bayern. Nós estamos preparados para tudo. Vamos jogar agora com o Bayern e vamos ver quem nos calha a seguir."
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Boas noticias!

Pelo menos para mim e para a Patrícia. Vamos ser pais. Tou a brincar, vamos de férias.

Se não perdermos o avião, no dia 25 de Setembro, bem à noitinha, arrancamos para Singapura, ficamos por lá, com estadia no Bairro Chinês, três noites e dois dias. Abre parênteses, a partir de hoje sempre que der uma voltinha coloco aqui os nomes e links dos hotéis, hostels ou guesthouses, das companhias aéreas e ainda, se valer a pena, um link para um site de turismo local ou assim. Isto para os caros leitores, que pretendem cá vir um dia ver o vosso velho amigo e aproveitar para passear, comecem já a fazer planos e a ter uma ideia do que práqui vai, fecha parênteses. Depois voamos com destino a Chiang mai, onde ficamos 4 noites e 4 dias. Totaliza um total de 7 dias e 7 noites.Para os mais distraídos e que se armam em parvos, sim, é mesmo isso, totaliza um total.
De Macau para Singapura viajamos nesta companhia, a mesma que não esperou por nós quando tínhamos como destino Manila nas Filipinas. Não guardamos rancor. Como vos disse, em Singapura vamos ficar em China Town, no Hotel Royal Peacock, diz que a zona é bem gira e que o hotel é só mais ou menos. Singapura é cara e tem pouca ou nenhuma oferta com boa relação qualidade/preço. Fiquei aborrecido! Mas o importante é que a localização é boa, porque os transportes por lá também não são baratos. Aqui, vamos andar por lá, ver os bairros (quase temáticos) desde o little índia ao malaio passando pelo chinês, somos capazes de ir à ilha ver se a praia vale a pena, passear à noite e vá lá comprar uma t-shirt e um baralho de cartas.
De Singapura para Chiang mai vamos novamente nesta companhia.
Em Chiang mai vamos ficar num hotel que sim sra! Para o preço. Tailândia deve ser dos sítios mais baratos da Ásia que apresentam “boa” qualidade em quase tudo, no artesanato, na alimentação, na hotelaria e por aí fora. O dito chama-se Baan tai Hotel, não é muito central, não sita na zona da cidade velha (quadrado que se vê no mapa quando clickam aí no link), mas os reviews eram muito bons e o hotel parece muito simpático e com ambiente Thai. Para além disso costuma ser fácil e barato apanhar tuk tuks. Chiang mai fica no norte da Tailândia, o tipo de turismo é à base de eco-turismo, caminhadas pela selva, BTT, elefantes, rafting e por aí fora. Irei também, com certeza, comprar um baralho de cartas. Depois mostro as fotos e conto as aventuras.
O regresso será através da companhia AirAsia. Temos antes de fazer uma passagem por Bangkok - vou ver se revejo o meu amiga - pois não existem voos directos de Chiang mai para Macau, no entanto ambos os voos são por esta companhia. Para os mais distraídos e que se armam em parvos, sim, é isso mesmo, meu amiga.

Agora sim, bom fim de semana.
Ass: o contentinho.
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Democracia

Tanto por cá como por Hong Kong tem-se discutido e falado se será – ou quando será - a altura certa para avançar para uma democracia total.

Na minha opinião, mais importante que os políticos estarem prontos, é se o povo estará. Se tem consciência dos seus deveres e direitos. Se sabe o que esperar e exigir do governo, dos “outros” e de si mesmo.

Vou-vos dar um exemplo que talvez mostre em que “estado” estamos. Noutro dia estava a falar com uma amiga chinesa, que fez a licenciatura na Austrália, e por acaso utilizei a palavra Anarchy - estávamos a falar de uma empresa em que não havia um líder ou, antes, um chefe - e eu tentei explicar o que era, dizendo que havia falta de uma hierarquia, que todos estavam ao mesmo nível, todos eram colegas e que as coisas iam funcionando porque as pessoas se “ajudavam”, sendo o relacionamento pessoal o factor de “responsabilização”, enfim... não havia quem coordenasse e estabelecesse a ordem das "coisas".
Não me estava a conseguir explicar, ela não conhecia a palavra anarquia. Depois de ter dito a seguinte frase, já em acto de desespero: “it’s like everyone can do whatever he wants, without rules and responsibilities”, ela dispara: “Ah... Democracy!”

Um abraço.
Bom fim de semana!
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

Pronto... já abriu

A partir de hoje Macau é um novo Macau. Digo eu. Será melhor? Não sei. Mas espero que sim. Diz, os intelectuais de cá, que é o maior acontecimento desde 26/12/2006, o dia da minha empolgante chegada.

Ontem abriu o maior casino do Mundo – The Venetian Macau.
Já voz falei demasiadas vezes sobre este pequeno bicho, falei aqui. No entanto, avinagra-me que parece não ser suficiente para vocês, os que estão longe, perceberem, imaginarem, conceberem, esboçarem, pronto já chega, a dimensão deste resort. Não só espacial, mas principalmente. O facto de ter a maior sala de convenções da Ásia já significa que nos próximos dois anos a sala esteja full booked com uma média de exposições e feiras de duas em duas semanas. Para Macau isso traz outro tipo de turismo e outro tipo de lazer. Ai que bom!
Ah e diz que vai ter uma loja de roupa da... bolas, não posso dizer o nome... heee... chamemos de Massimo Dutti.
Os planos do Venetian são muitos, por exemplo trazer campeonatos do mundo de tudo e mais umas botas, inventos únicos e promocionais, como o jogo entre Pete Sampras e Ferrero – que esgotou numa tarde e irá acontecer em Novembro -, jogos da NBA, lutas de boxe e por aí fora. Imaginem a malta, em Macau, a ver um jogo entre duas equipas da NBA?! Ah pois era...
Bom, mas falando de outra curiosidade deste senhor casino. Relembro que Macau tem cerca de 500.000 habitantes. O resort está localizado na zona do Cotai, uma área que pertencia ao mar, esta zona, desde ontem que nunca mais conhecerá a noite – enfim, tirando um ou outro improvável apagão – é que o Venetian consome em energia eléctrica o equivalente a 300.000 lares. Não é a 300.000 pessoas, é lares. Fonte: jornal local. Felizmente não o vejo da janela lá de casa.

“Um abraço deste que tanto voz quer”
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Festarolas e aniversários

O final de Julho e este mês de Agosto tem sido cá um rodopio de festarolas e aniversários que nem vos conto. Conto, conto!
Esta semana que passou foi a vez da Rita e da Ana. Parabéns às duas!
Aqui fica a foto reportagem.

No jantar da Rita na casa da Mariana e do Zé.

No jantar da Ana no Cais 22.


e agora todas... com os olhinhos fechados :)
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As coisas que eu vos ensino

Ghost Festival

Para quem não sabe, por aqui, alguns acreditam que eles andem aí nesta altura do ano. E não vá lhes dar a fome e começarem a comer a torto e a direito a malta coloca já aqui, no meio da rua, uns humildes banquetes.

É isto... pelas ruas de Macau tem-se visto muita comida nos passeios.

Estou a ser brincalhão mas sem malícia, cada um é livre para acreditar e fazer o que quer.

Para mim é apenas estranho ver a bela porcaria que ficam os passeios e pensar que assim as baratas têm a vida facilitada, por uns dias.

Sim, são bananas.

Ah... também já os vi a queimar dinheiro falso ou papel em forma de notas, deduzo que seja para trazer “sorte e fortuna”.

Boa semana.

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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

Defesa

Nota1: este remate vem na sequência da carta do amigo K e outros...
Nota 2: Houve um apagão grandote em macau na 6ª feira que passou.


Desculpem... mas já visto a camisola.
Antes de mais trabalho na CEM.

É um facto que os apagões têm sido vários nos últimos 4 meses e que este último foi considerado um dos grandes, que a rede móvel é muito fraca, a fixa nem tanto, o cabo não conheço.
No entanto, discordo que a CEM preste um mau serviço. Com conhecimento de causa, sinto-me à vontade para dizer que a CEM tem uma excelente rede eléctrica e disponibiliza um dos melhores serviços, tanto em termos de falhas como recuperação delas. O calcanhar de “Aquiles” é a falta de geração própria, daí a dependência à China, mas esta decisão foi do governo por razões ambientais e estéticas. É um risco que se corre... mas não “nos” culpem por isso.

Neste último apagão, – e não foi uma desculpa – uma das principais fontes de energia eléctrica de Macau foi destruída, – e continua destruída – a linha área entre Macau e Nanping, no entanto a energia eléctrica foi restabelecida depois de 24 a 28 minutos. Não me parece que seja o fim do mundo... apesar de entre 30’000 a 40’000 pessoas terem sido afectadas. Neste caso, haverá algo a melhorar, e há sempre, por exemplo, fazer as ligações à China todas por cabos subterrâneos.

Em relação aos pequenos apagões que têm acontecido – para além de uma falha de energia em Macau ser sempre noticia! – as causas têm sido invariavelmente, ou pelo menos quase sempre, devido às obras – tantas! - que estão a ocorrer em Macau. Infelizmente por cá não existe – ou não se aplica - uma legislação que penalize os empreiteiros que cortam cabos eléctricos, fibras ópticas ou que rebentam com condutas de água. É lógico que também há avarias com a frequência “normal”, mas somadas a estes cortes as coisas ficam com outro aspecto. Devo ainda salientar que estes apagões são de escassos minutos, se houver corte de um cabo em Média ou Alta tensão, a CEM tem um tempo de recuperação entre 5 a 10 min, pois tem a rede toda protegida com N+1.

E os casinos? Bom, esses têm um tratamento especial, se houver um corte num cabo de Média Tensão que alimente a rede de PT’s de um casino a recuperação é imediata, como desligar e ligar um interruptor rapidamente, não sendo quase detectada a falha. Talvez apenas os equipamentos electrónicos como computadores e afins... Isto porque a rede de um casino é alimentada de forma redundante, por duas linhas e por duas subestações distintas. Mais, os casinos “pretendem” este serviço porque não confiam lá muito na resposta dos seus geradores, mais que não seja, porque arriscam-se a ficar parados anos até um dia serem mesmo necessários, e sabem como são os equipamentos mecânicos quando não são utilizados.

Ficava bem defender a companhia…
Um abraço.
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Modas

Com a escrita do remate anterior lembrei-me das modas.
Há muitos tipos de moda.

Na infância lembro-me das modas que aconteciam várias vezes por ano, a moda do berlinde, do pião, do iô-iô, moda das meninas jogarem ao elástico, à cabra cega, ao e vai alho... Eram modas que começavam – ainda hoje deve acontecer isto - não sei bem como nem porquê.
Agora, crescido, suspeito que – algumas delas - eram as papelarias de referência que davam inicio à moda. Tenho a ideia exacta que mal começava a febre de uma determinada brincadeira a papelaria “central” já estava apinhada de artigos e, ainda por cima, colocados em locais que até o mais distraído – não estou a falar de mim – dos putos esbarrava nos objectos que “acalmavam” o estado febril. Verdade?
De todas as brincadeiras, a que mais aderi com dedicação foi mesmo os berlindes. O que eu gostava daquilo. Para os peões tinha pouco jeito e também me esforcei pouco, não sei se terá sido por achar que o peão era traiçoeiro, às vezes saía tão bem da corda, outras era lançado a uma velocidade louca á fronha de algum caixa de óculos ou gordinho – não sei porquê, era - sempre! - um destes dois géneros que apanhava com o malandro do peão. Iô-iô também gostava. Mas achava aquilo um bocado mais amaricado e por isso só jogava em casa. Os gajos dos iô-iôs também foram parvos, estragaram a “tecnologia” com as paneleirices que lhes colocaram. Anteriormente velozes e agressivos, passaram a ser luminosos, depois piscavam, davam musicas, uns faziam efeitos ao rodar, outros ainda tinham imagens dos little poneys... enfim... e que dizer... o nome também é... vá... como dizer isto... bastante... iô-iô... que é isto??!!

Lembro-me também das roupas. A primeira moda que me recordo com clareza é a dos heavys. Eu também fui um heavy. Andava de calças pretas, t-shirt dos Metallica, calções dos Sepultura e botas pretas. Mas eu era dos verdadeiros. Tinha – tenho – a discografia completa dessas bandas todas, Iron Maiden, ACDC, Pantera, Megadeth... mas havia aqueles que eram uns meninos, o mais pesado que ouviam era os Bon Jovi e de vez em quando os slows dos Guns n’Roses. Pior, porque do que gostavam mesmo era daquelas que cantavam “I saw the sign and it open up my Eyes, I saw the sign...”. Ah?!... eu sei a letra porque um primo de um amigo do meu primo andava sempre a cantar essa porcaria. Que meninas... aposto que brincavam ao iô-iô em publico!
Durante e depois desta fase, também tenho a fresca memória de andar com a cena dos fios. E fios com cruzes, que é que julgam? Uma vez até uma Sra. Testemunha de Jeová me alertou para o facto de a cruz que ostentava por cima da t-shirt do Eddie era uma cruz satânica. Confesso que ao fim de umas semanas deixei de a usar... aquilo ficou-me a moer na cabeça. Epá... isto agora lembrou-me de outra coisa! Que é feito das Testemunha de Jeová que nos iam bater à porta para entregar um panfleto e falar do nosso senhor? Ah?! Agora só aparecem meninos e meninas do Clix ou do Sapo ADSL. Estes d’gora são uns maçaricos ao pé daqueles Srs e Sras. Quero as testemunhas de volta! Há uns tempos, quando eles deixaram de aparecer, ainda andei uns meses a pensar que eles se tinham “convertido” ao telemarketing e que era uma questão de tempo até se porem a telefonar para casa das pessoas a dizer: “Bom dia. O Sr. Dias está? Daqui fala a Susana, sou Testemunha de Jeová... pê pê pê...”

Houve outras modas, mas já vai longo o remate e deixo isso para outro dia.

O que vos queria dizer é que aqui em Macau, obviamente, também há modas. Umas impostas outras nem tanto. A que vou referir é condicionada pelo que práqui vai de calor e humidade – sim, eu não me canso de falar nisso! – Estamos na moda da toalhita! Algo nunca visto em Portugal. E porquê a toalhita? Bom, a toalhita serve para limpar, secar e disfarçar a transpiração. É usada de várias formas. A mais comum é tê-la sempre à mão, mas também os há que a usam na base da nuca, assim a modos que enrolada junto ao colarinho da t-shirt ou camisa. Existem em muitos tamanhos, cores e texturas. Uma panóplia delas.
Aqui estão umas fotos tirados com o telemóvel.
De reparar na senhora do canto direito em baixo que parece que acabou de tomar banho.
Para terminar, distinção às pessoas que simplesmente não aderem às modas. E só não aderem como contrariam todas as previsões e leis. Esta senhora que vêm de escuro na foto em baixo veste um casaquito e uma blusa de malha e gola alta num dia que se fosse em Portugal seria claramente o dia mais quente e húmido do ano.
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007

Aliviado

Sempre fui activo.
Desporto, actividades físicas e ao ar livre preenchiam os meus dias quando era pequenote. Desde jogar à bola, à apanhada, à mosca, sirumba, futebol humano, à bota ou ao labirinto, tudo servia para gastar as energias. Admito que também gostava destas brincadeiras porque era conhecido como o “acelera”, como analogia aos tipos que andam nas estradas portuguesas a aterrorizar os condutores de fim de semana. Era tramado a apanhar e ainda mais tramado a fugir.

Eram, e são, brincadeiras francamente divertidas... e algumas violentas. Não sei se alguma vez jogaram à Bota? A malta desenhava uma bota gigante no cimento – ou alcatrão – com um pedaço de tijolo e depois havia um que tentava apanhar os outros – como em quase todos os jogos – mas este tinha a piada de que quem fugia podia sair da bota – apenas sair - sem ser pelo cano da bota, podendo saltar o risco, mas quem apanhava só podia sair ou entrar pelo cano. Não se podia apanhar se um tivesse dentro e o outro fora, nem pisar o risco. Era engraçado. Mas o mais engraçado era que quem fosse apanhado tinha que fugir para o coito – a uns bons metros da bota – como se não houvesse amanhã pois estava a levar PONTAPÉS até lá chegar. Tanto pontapé que eu dei... e levei... quando os mais velhos vinham jogar... bandidos!

Nunca fui muito de televisão nem de computador. Preferia ir para o parque mais próximo, andar de bina, sacar uns cavalinhos, esfolar o joelho, partir a cabeça. A verdade é que estas brincadeiras já me valeram algumas cicatrizes de ponto cruz. Duas na cabeça, uma na mão esquerda porque choquei de frente contra outra bicicleta, uma na virilha porque caí – sentei-me a alta velocidade! – na lâmina de um machado, uma no queixo porque caí de um muro. Acho que pontos de cruz é tudo.

A minha mãe sempre disse que eu a ia desgraçar. Enganou-se. Cheguei a adulto são e salvo. Com algumas mazelas mas pouco ou nada se notam.

Mais crescidote, abrandei o ritmo, tornei-me mais preguiçoso, mas quando estou numa praia ou assim é raro conseguir estar quieto - a Patrícia que o diga – vem jogar às raquetes!? Vamos dar uma volta à beira mar?! Correr um pouco na areia?! – Deixa-me ler! Só 5 min!

Nunca fui de sestas. Achava perda de tempo! Até porque eu não tenho a sorte de adormecer em 27s – como determinadas pessoas – e assim quando estava a ficar sonolento já era hora de terminar... que desatino!

A única altura em que adormeço em segundos é em viagem. Inclusive se for a conduzir. Bom, neste ultimo caso o sono ataca-me mas eu faço uma força enorme para lhe resistir. Sempre que viajava com os meus pais, aquilo era tiro e queda e o meu pai é um daqueles que aterroriza os condutores de fim de semana. Mas nada, naquelas alturas, demovia o Sr. Pestana. Actualmente, continuo com essa característica, mas adequada ao facto de me fazer transportar essencialmente de avião. A “vontade” é tanta que se o avião demorar mais do que o habitual a descolar já estou a ferrar olho ainda em terra.

Entretanto cheguei a Macau! Bolas! Andei 7, quase 8, meses para perceber o que se passa comigo. Tenho sono 23h por dia. Sim, inclusive quando estou a dormir. A vontade – teórica - de fazer exercício é muita mas a disponibilidade é quase nenhuma. Ando sempre cansado, se corro um pouco fico cheio de dores musculares, se corro mais um pouco, fico com falta de ar, às vezes sinto que estou meio aluado e tudo. Mas que se passa?! Perguntava eu à Patrícia. Ando sempre com sono! Mesmo!

Descobri a razão e a reacção física:
Under conditions of high humidity, the evaporation of sweat from the skin is decreased and the body's efforts to maintain an acceptable body temperature may be significantly impaired. Also, if the atmosphere is as warm as or warmer than the skin during times of high humidity, blood brought to the body surface cannot shed heat by conduction to the air, and a condition called hyperpyrexia results. With so much blood going to the external surface of the body, relatively less goes to the active muscles, the brain, and other internal organs. Physical strength declines and fatigue occurs sooner than it would otherwise. Alertness and mental capacity also may be affected. This resulting condition is called heat stroke or hyperthermia.
~
P.S: The most humid cities on earth are generally located closer to the equator, near coastal regions. Historically, cities in South and Southeast Asia seem to be among the most "uncomfortable" in terms of humidity.

Obrigado Wiki!

Ah... aquela hora que não tenho sono é quando estou a... dormeci...
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

E estas hein?

Tenho mais quatro notícias bombásticas!
Duas made in China, uma de Itália e outra caseira (Portugal).

Vou começar pelas Chinesas, por uma razão muito simples: são cómicas! Uma delas chega mesmo a roçar o ridículo. Vá... passa muito perto do ridículo, talvez não chegue mesmo, mesmo a roçar.

Cá vai a primeira – a que quase roça o ridículo: “A MAN in central China was caught by patrolmen defecating on the doorstep of his business rival's home after taking the advice of a fortuneteller to "excrete his bad luck" to the opponent. The patrolmen had been waiting to catch "a wicked person" after they received reports saying that someone had defecated in front of the apartment several consecutive nights. The fortuneteller advised Ding that he should defecate in front of Guo's home before 4am for a week so that the bad luck would be transferred.”

Eu aderi. A senhora é que sabe, até já enviei um e-mail ao Filipe Soares para ir largar umas poias junto à casa do Sr. Nuno... a ver se a “má fortuna” se muda para os lados da invicta.

A segunda também não está mal: “A FAMOUS sports anchorman was spotted wearing shorts on a live soccer program.”

A foto do catanço:

Por mim está bem, então não é um programa de soccer? Então está certo - shorts.

Agora a noticia que é de louvar!

Numa altura em que tanto se fala de obesidade nos países modernos, uma iniciativa – pelo que sei – original e, parece-me, com pernas para andar. Com um orçamento de 10’000€ se pode melhorar a qualidade de vida de uma freguesia: “O presidente da câmara de Varallo Sesia, em Itália, oferece 50 euros a quem perder peso. Eles ganham se perderem quatro quilos e elas são recompensadas se perderem três. Segundo o "Corriere della Sera", os habitantes que quiserem participar no programa de emagrecimento têm de entregar um atestado de excesso de peso ou de obesidade passado numa das farmácias autorizadas e depois dirigir-se a um centro de saúde para receber uma dieta personalizada... E porque não há dieta sem exercício, Gianluca Buonanno já anunciou que vai promover aulas de ginástica gratuitas, aos fins-de-semana, nos parques da localidade.”

Eu acredito que pegue. A ideia que tenho de pessoas que até gostariam de perder algum peso é que precisam de um “incentivo”, de uma iniciativa, algo que as empurre... um pouco. Aqui está uma.

Agora a noticia que não sei se é boa ou má: “O número de abortos em Portugal já ultrapassou as estimativas do Governo que previa cerca de 20 mil por ano. Ainda é cedo para se fazer balanços, mas a verdade é que o número de consultas tem superado as previsões em cerca de 25 por cento”

Bom... o aumento de 25% nem é o que mais me deixa indeciso. Mas o numero de abortos por ano, mesmo se não houver o aumento, é tremendo. Ao que parece se a tendência se mantiver, o número de abortos a realizar anualmente em Portugal pode chegar aos 25 mil, o que dá quase 70 abortos por dia.

70 abortos por dia?! Isto é normal?! Não sei porquê mas o numero não me “cabe” na cabeça. Será que dantes nasciam 70 novas crianças por dia? Ou que eram feitos 70 abortos ilegais? Ou que metade nascia, 49% fazia aborto ilegal e 1% ia a Espanha?

Mas que raio, só a mim me faz confusão este numero?
Ou eu andava a dormir no passado recente...
rematado por playmaker 10 às 15:57
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